Ajuda de custos para viagem e cirurgia

Ajuda de custos para viagem e cirurgia

Casal de policiais militares associado à AOPP pede ajuda para custear as despesas de viagem e cirurgia para a recuperação da filha, em Londres.

 

A pequena Isabela, de 12 anos, nasceu com uma má-formação congênita, chamada Gastrosquise, caracterizada por um defeito na formação da parede abdominal. Ela é a primogênita do casal Glaucia Marina Ramos Diringer e Sanvio Lima da Ponte, ambos policiais militares de Mogi das Cruzes, e luta diariamente para ter uma vida normal.

 

Como associados da Associação dos Oficiais, Praças e Pensionistas da Polícia Militar do Estado de São Paulo (AOPP), os pais de Isa aproveitam a oportunidade para pedir ajuda para a cura definitiva da filha, por meio de uma técnica cirúrgica em Londres, na Inglaterra, que tem 91% de chance de devolver a função ao intestino, permitindo a alimentação via oral, a retirada do cateter venoso central e da Nutrição Parenteral.

 

No entanto, as despesas com viagem, hospedagem, alimentação e cirurgia são altas e a família não tem condições de pagar, pois os valores chegam a R$ 500 mil. Assim, o casal, por meio da AOPP, pede a ajuda de seus colegas policiais militares, assim como de qualquer pessoa que se solidarize com a história, qualquer valor que não vá atrapalhar o orçamento, para que possam realizar esse procedimento cirúrgico e trazer de volta a felicidade de toda a família, com a recuperação total de Isa.

 

O contato com o médico especialista, Dr. Antonino Morabito, já foi feito e a previsão da viagem é junho de 2017. “A expectativa é grande de ver minha filha ter uma vida normal, sem precisar usar aparelhos”, disse a mãe.

 

História

 

Desde que Glaucia descobriu, ainda durante a gestação, por meio de um exame de ultrassonografia, que Isa nasceria com esse problema, a batalha para salvar a vida de sua filha é constante. A partir da descoberta, o parto foi cuidadosamente planejado, assim como a primeira cirurgia da menina imediatamente após o nascimento – procedimento normal e adequado para crianças com essa deformidade congênita.

 

Nesta etapa, pós-cirúrgica, após adotarem os cuidados necessários, foi detectado que Isabela havia perdido uma grande extensão de seu intestino, impossibilitando a alimentação via oral. Desde então, já foram mais de 30 cirurgias realizadas, quase que uma por semana, durante os três primeiros meses de vida, como tentativas de alongar o intestino e introduzir a alimentação via oral, porém sem sucesso com a técnica que é feita no Brasil, chamada STEP. A última cirurgia foi realizada há cerca de dois anos e meio, mas o intestino voltou a aumentar.

 

Como consequências, tanto da Gastrosquise quanto das cirurgias realizadas, estão infecções, hospitalizações prolongadas, inserção de cateteres venosos centrais para alimentação, baixa nutrição, pouco pesa e crescimento. Com isso, apesar de Glaucia e Sanvio tentarem proporcionar uma vida normal à filha, que vai à escola, brinca e tenta realizar suas atividades, Isa tem dificuldades para andar devido ao tamanho da barriga, é debilitada e desnutrida. Além disso, devido à desnutrição, a menina tem um atraso neurológico, com a cabeça de uma criança de seis anos.

 

Hoje, Isabela está em casa, com o auxílio de um serviço home care, e precisa ficar ligada, por 12 horas, durante a noite, numa bomba de infusão para se alimentar, tendo o risco de resultar numa trombose e mais infecções.

 

Gastrosquise

 

A Gastrosquise, também conhecida como paraonfalocele, laparosquise ou abdominosquise, é uma má-formação congênita, caracterizada por defeito na formação da parede abdominal, permitindo que as vísceras abdominais, como estômago e intestinos, saiam por uma abertura. Quase sempre ocorre à direita da região umbilical e é mais comum em indivíduos do sexo masculino.

 

O defeito na formação do embrião geralmente ocorre na quarta semana de gestação, em que há fechamento incompleto das pregas laterais.

 

O tratamento consiste em cirurgia imediata após a cesária, na 38º ou 39º semana de gestação, 90% das vezes exigindo mais de uma cirurgia. Com atendimento intensivo apropriado, em hospital bem equipado, o índice de sobrevivência é de cerca de 90%. O procedimento é, basicamente, cobrir as vísceras com uma camada protetora, recoloca-las devagar para dentro da cavidade abdominal e fechar a abertura com uma faixa adesiva.

 

Cirurgia

 

Em pacientes como a Isa, que já foi submetida, inúmeras vezes, à STEP, técnica cirúrgica de inversão de segmento de alça intestinal e posterior, com resultado pouco efetivo, a técnica LILT (Alongamento Intestinal Longitudinal) seria a última possibilidade de ter uma melhor qualidade de vida, com 91% de chance de se libertar da Nutrição Parenteral (NPP), cateteres e todos os riscos decorrentes. No entanto, a cirurgia só é feita em Londres.

 

Essa será a única chance de Isa ter uma adolescência como todas as outras meninas, já que a infância foi marcada por tubos, hospitalizações e cirurgias.

 

Ajuda

 

Quem quiser ajudar, é só entrar em contato com Glaucia pelos telefones (11) 9.4728-0932 ou 4312-1147 (residencial) ou pelo e-mail euajudo@ajudeaisa.com.br. Visite também o Instagram @isa_vencera e o Facebook /ajudeaisa. Mais informações no link http://danielafrigo19772.criadorlw.com.br/.

 

A conta para depósito é Banco do Brasil, Agência: 1191-6 Conta Poupança: 40621-0 em nome de Isabela Pontes Ramos Diringer, CPF: 521.316.938-42.

 

Isa conta com a ajuda de vocês!

 

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